sexta-feira, 25 de setembro de 2020

Roteiro 14/09

 

ESCOLA: E. E. PROF JOÃO PEDRO DO NASCIMENTO

DISCIPLINA: Língua Portuguesa e Matemática

SÉRIE: 3º ano Ensino Fundamental l

PROFESSOR: Júlia Alcídia.

CONTEÚDO:

HORAS/AULA:

PERÍODO: DATA DE ENVIO: 14/09

DATA DE ENTREGA: 18/09/2020

 

 




Nº aulas

ATIVIDADE 1: O QUE É PRA FAZER?

Pagina

do  livro

 

14/09

Centro de Mídias: L. Portuguesa, História e Matemática.

 

 

 

 

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Leitura da professora  Tirinha

 


 

Língua Portuguesa –Projeto Didático- Incríveis Animais pequenos. Etapa 1 Atividade 1 A Roda de conversa

Livro volume 02 Ler e Escrever

Aula de reforço-leitura e interpretação Fábulas –

 A gansa dos ovos de ouro.

 

              A Gansa dos ovos de ouro

 

Certa manhã, um pobre fazendeiro descobriu que uma de suas gansas havia botado um ovo de ouro. Mal acreditando naquilo, apanhou o ovo, correu para casa, mostrou-o à mulher, dizendo:

 

— Olhe! Estamos ricos!

 

O ovo era, de fato, grande, pesado e de ouro maciço.

 

Levou-o correndo à cidade e o vendeu por um bom preço.  Com uma pequena parte do dinheiro comprou mantimentos, uma carroça nova, roupas e bebida. Passou a noite festejando com a mulher e filhos.

 

Na manhã seguinte, a gansa havia botado outro ovo de ouro, que o fazendeiro vendeu por melhor preço.

 

E assim aconteceu durante muitos dias. O fazendeiro havia comprado uma fazenda maior, com uma grande e bela casa. Já havia concretizado vários de seus sonhos, porém quanto mais rico ele ficava, mais dinheiro queria. 

 

Até que pensou: 

 

"Se esta gansa põe ovos de ouro, dentro dela deve existir um tesouro!"

 

Então, matou a gansa e ficou espantado, pois, por dentro, as entranhas da gansa eram de carne. 

 

Moral da história: Quem tudo quer tudo perde.

 

Responda

 

1)  Como é os personagens da história?

 

  2)Qual motivo de matarem a Gansa?

 

3)Eles conseguiram alcançar o objetivo?

 

4)Qual outra moral que vocês colocariam?                                     

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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     Centro de Mídias: L. Português, Arte e Matemática.

 

Leitura da professora- Contos   continuação  Cinderela Se você conseguir catar dois tachos de lentilhas nas cinzas em uma hora, poderá ir conosco. Enquanto isso, pensou consigo mesma: “Isso ela não vai conseguir…”. Assim que a madrasta acabou de espalhar os grãos nas cinzas, Cinderela correu para o quintal e chamou: — Mansas pombinhas e rolinhas! Passarinhos do céu inteiro! Venham me ajudar a catar lentilhas! As boas vão para o tacho! As ruins para o seu papo! E entraram pela janela da cozinha duas pombas brancas; a seguir, vieram as rolinhas e, por último, todos os passarinhos do céu chegaram numa revoada e pousaram nas cinzas. As pombas abaixavam a cabecinha e — pic, pic, pic — apanhavam os grãos bons e deixavam cair no tacho. Os outros pássaros faziam o mesmo. Não passou nem meia hora e os dois tachos ficaram cheios. As aves se foram voando pela janela. Então, a menina levou os dois tachos para a madrasta, certa de que, desta vez, poderia ir à festa. Porém, a madrasta disse: — Não adianta, Cinderela! Você não vai ao baile! Não tem vestido, não sabe dançar e só nos faria passar vergonha! E, dando-lhe as costas, partiu com suas orgulhosas filhas. Quando ficou sozinha, Cinderela foi ao túmulo da mãe e embaixo da aveleira, disse: — Balance e se agite, árvore adorada, cubra-me toda de ouro e prata! Então o pássaro branco jogou para ela um vestido de ouro e prata e sapatos de seda bordada de prata. Cinderela se vestiu a toda a pressa e foi para a festa. Estava tão linda, no seu vestido dourado, que nem as irmãs, nem a madrasta a reconheceram. Pensaram que fosse uma princesa estrangeira — para elas, Cinderela só poderia estar em casa, catando lentilhas nas cinzas. Logo que a viu, o príncipe veio a seu encontro e, pegando-lhe a mão, levou-a para dançar. Só dançou com ela, sem largar de sua mão por um instante. Quando alguém a convidava para dançar, ele dizia: — Ela é minha dama. Dançaram até altas horas da noite e, afinal, Cinderela quis voltar para casa. — Eu a acompanho — disse o príncipe. Na verdade, ele queria saber a que família ela pertencia. Mas Cinderela conseguiu escapar dele, correu para casa e se escondeu no pombal. O príncipe esperou o pai dela chegar e contou-lhe que a jovem desconhecida tinha saltado para dentro do pombal. “Deve ser Cinderela…”, pensou o pai. E mandou vir um machado para arrombar a porta do pombal. Mas não havia ninguém lá dentro. Quando chegaram em casa, encontraram Cinderela com suas roupas sujas, dormindo nas cinzas, à luz mortiça de uma lamparina. A verdade é que, assim que entrou no pombal, a menina saiu pelo lado de trás e correu para a aveleira. Ali, rapidamente tirou seu belo vestido e deixou-o sobre o túmulo. Veio o passarinho, apanhou o vestido e levou-o. Ela vestiu novamente seu vestidinho velho e sujo, correu para casa e se deitou nas cinzas da cozinha. No dia seguinte, o segundo dia da festa, quando os pais e as irmãs partiram para o castelo, Cinderela foi até a aveleira e disse: — Balance e se agite, árvore adorada, cubra-me toda de ouro e prata! E o pássaro atirou para ela um vestido ainda mais bonito que o da véspera. Quando ela entrou no salão assim vestida, todos ficaram pasmados com sua beleza. O príncipe, que a esperava, tomou-lhe a mão e só dançou com ela. Quando alguém convidava a jovem para dançar, ele dizia: — Ela é minha dama. Já era noite avançada quando Cinderela quis ir embora. O príncipe seguiu-a, para ver em que casa entraria. A jovem seguiu seu caminho e, inesperadamente, entrou no quintal atrás da casa. Ágil como um esquilo, subiu pela galharia de uma frondosa pereira carregada de frutos que havia ali. O príncipe não conseguiu descobri-la e, quando viu o pai dela chegar, disse: — A moça desconhecida escondeu-se nessa pereira. “Deve ser Cinderela”, pensou o pai. Mandou buscar um machado e derrubou a pereira. Mas não encontraram ninguém na galharia. Como na véspera, Cinderela já estava na cozinha dormindo nas cinzas, pois havia escorregado pelo outro lado da pereira, correra para a aveleira e devolvera o lindo vestido ao pássaro. Depois, vestiu o feio vestidinho de sempre e correu para casa. No terceiro dia, assim que os pais e as irmãs saíram para a festa, Cinderela foi até o túmulo da mãe e pediu à aveleira: — Balance e se agite,

 

Língua portuguesa-Seqüência Didática  Explorando o Dicionário Etapa 01 Atividade 1A

 

Emai- Seqüência 17  atividades 17.1, 17.2, 17.3

 

 

 

 

 

 

 

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Data

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Centro de Mídias: Português, E. Física e Matemática.

 

Leitura da professora Fábula

                                 

                                    Estrelas-do-mar

 

 Havia um homem que morava numa bela praia, junto a uma colônia de pescadores. Num dos seus passeios matinais, ele viu um jovem jogando de volta ao oceano as estrelas-do-mar que estavam na areia. -Por que você faz isso? Perguntou o homem. Porque a maré está baixa, e elas vão morrer. -Meu jovem, existe milhares de quilômetros de praia por este mundo e centenas de milhares de estrelas-do-mar espalhadas pela areia. Que diferença você pode fazer? O jovem pegou mais uma estrela e atirou-a no oceano. Depois se virou para o homem respondendo: - Para esta, eu fiz uma grande diferença.

 

Emai-seqüência –17- atividades 17.4, 17.5,

 

L.Portuguesa-Projeto Didático  Incríveis animais pequenos – atividade 1C

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Centro de Mídias: L.Portuguêsa ,Geografia e Matemática

 

Leitura da Professora Científico – Livro de textos doaluno- O Pantanal

                         Costumes pantaneiros

 

Alimentação O pantaneiro tem o hábito de acordar muito cedo, para as lidas dos seus afazeres. No seu alimento matutino, logo na manhã antes de ir à lida, tem o hábito de se alimentar muito bem. Esse hábito tem o nome de quebra - torto, um café reforçado, com pão, arroz com carne seca, café e outras delícias proporcionadas pela vasta planície.

 

 

Emai – atividade  -Sequência 18-atividades -18.1,18.2

 

L.Portuguesa – Seqüência Didática  Explorando Dicionário

Atividade   1B.

 

História – Capitulo 5 livro Ápis

Conservar a  Memória Cultural

 

 

 

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Centro de Mídias:Língua Portuguesa, Ciências , Matemática.

Leitura da Professora-Livro de textos do aluno Adivinhas

O que é, o que é… 1. Por que é que o boi sobe o morro? 2. Tem casa, mas mora em cima? 3. Tem cabeça, tem dente, tem barba, não é bicho e não é gente? 4. Tem boca, tem língua, mas não fala? 5. Cai em pé e corre deitado? 6. Tem chapéu, mas não tem cabeça, Tem boca, mas não fala, Tem asa, mas não voa, Tem bico, mas não belisca? 7. Está no meio do ovo? 8. Falta numa casa para formar um casal? 9. Quem é que nasce no rio, vive no rio e morre no rio, mas não está sempre molhado? 10. O que é que corre em volta do pasto inteiro sem se mexer?

 

L.Portuguesa – livro Ler e  Escrever –volume 1 Leitura e interpretação   texto Tuta e Uma Joaninha Geniosa

Emai –atividade   13.6  Livro  antigo -volume 1 -

 

 

 

 

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