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ESCOLA: E. E. PROF JOÃO
PEDRO DO NASCIMENTO |
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DISCIPLINA: Língua
Portuguesa e Matemática |
SÉRIE:
3º ano Ensino Fundamental l |
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PROFESSOR: Júlia
Alcídia. |
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CONTEÚDO: |
HORAS/AULA: |
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PERÍODO: DATA DE ENVIO:
14/09 |
DATA DE ENTREGA: 18/09/2020 |
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Nº aulas |
Nº |
ATIVIDADE
1: O QUE É PRA FAZER? |
Pagina do
livro |
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14/09 |
Centro de Mídias: L. Portuguesa, História e
Matemática. |
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Leitura da professora Tirinha Língua
Portuguesa –Projeto Didático- Incríveis Animais pequenos. Etapa 1 Atividade Livro volume
02 Ler e Escrever Aula de
reforço-leitura e interpretação Fábulas – A gansa dos
ovos de ouro. A Gansa dos ovos de ouro Certa
manhã, um pobre fazendeiro descobriu que uma de suas gansas havia botado um
ovo de ouro. Mal acreditando naquilo, apanhou o ovo, correu para casa,
mostrou-o à mulher, dizendo: — Olhe!
Estamos ricos! O ovo
era, de fato, grande, pesado e de ouro maciço. Levou-o
correndo à cidade e o vendeu por um bom preço. Com uma pequena parte do
dinheiro comprou mantimentos, uma carroça nova, roupas e bebida. Passou a
noite festejando com a mulher e filhos. Na
manhã seguinte, a gansa havia botado outro ovo de ouro, que o fazendeiro
vendeu por melhor preço. E assim
aconteceu durante muitos dias. O fazendeiro havia comprado uma fazenda maior,
com uma grande e bela casa. Já havia concretizado vários de seus sonhos,
porém quanto mais rico ele ficava, mais dinheiro queria. Até que
pensou: "Se
esta gansa põe ovos de ouro, dentro dela deve existir um tesouro!" Então,
matou a gansa e ficou espantado, pois, por dentro, as entranhas da gansa eram
de carne. Moral
da história: Quem tudo quer tudo perde. Responda 1) Como é os personagens da história? 2)Qual motivo de
matarem a Gansa? 3)Eles conseguiram alcançar o objetivo? 4)Qual outra moral que vocês colocariam? |
Pág 129 |
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15/09 |
Centro de
Mídias: L. Português, Arte e Matemática. Leitura da
professora- Contos continuação Cinderela Se você conseguir
catar dois tachos de lentilhas nas cinzas em uma hora, poderá ir conosco.
Enquanto isso, pensou consigo mesma: “Isso ela não vai conseguir…”. Assim que
a madrasta acabou de espalhar os grãos nas cinzas, Cinderela correu para o
quintal e chamou: — Mansas pombinhas e rolinhas! Passarinhos do céu inteiro!
Venham me ajudar a catar lentilhas! As boas vão para o tacho! As ruins para o
seu papo! E entraram pela janela da cozinha duas pombas brancas; a seguir,
vieram as rolinhas e, por último, todos os passarinhos do céu chegaram numa
revoada e pousaram nas cinzas. As pombas abaixavam a cabecinha e — pic, pic,
pic — apanhavam os grãos bons e deixavam cair no tacho. Os outros pássaros
faziam o mesmo. Não passou nem meia hora e os dois tachos ficaram cheios. As
aves se foram voando pela janela. Então, a menina levou os dois tachos para a
madrasta, certa de que, desta vez, poderia ir à festa. Porém, a madrasta
disse: — Não adianta, Cinderela! Você não vai ao baile! Não tem vestido, não
sabe dançar e só nos faria passar vergonha! E, dando-lhe as costas, partiu
com suas orgulhosas filhas. Quando ficou sozinha, Cinderela foi ao túmulo da
mãe e embaixo da aveleira, disse: — Balance e se agite, árvore adorada,
cubra-me toda de ouro e prata! Então o pássaro branco jogou para ela um
vestido de ouro e prata e sapatos de seda bordada de prata. Cinderela se
vestiu a toda a pressa e foi para a festa. Estava tão linda, no seu vestido
dourado, que nem as irmãs, nem a madrasta a reconheceram. Pensaram que fosse
uma princesa estrangeira — para elas, Cinderela só poderia estar em casa,
catando lentilhas nas cinzas. Logo que a viu, o príncipe veio a seu encontro
e, pegando-lhe a mão, levou-a para dançar. Só dançou com ela, sem largar de
sua mão por um instante. Quando alguém a convidava para dançar, ele dizia: —
Ela é minha dama. Dançaram até altas horas da noite e, afinal, Cinderela quis
voltar para casa. — Eu a acompanho — disse o príncipe. Na verdade, ele queria
saber a que família ela pertencia. Mas Cinderela conseguiu escapar dele,
correu para casa e se escondeu no pombal. O príncipe esperou o pai dela
chegar e contou-lhe que a jovem desconhecida tinha saltado para dentro do
pombal. “Deve ser Cinderela…”, pensou o pai. E mandou vir um machado para
arrombar a porta do pombal. Mas não havia ninguém lá dentro. Quando chegaram
em casa, encontraram Cinderela com suas roupas sujas, dormindo nas cinzas, à
luz mortiça de uma lamparina. A verdade é que, assim que entrou no pombal, a
menina saiu pelo lado de trás e correu para a aveleira. Ali, rapidamente
tirou seu belo vestido e deixou-o sobre o túmulo. Veio o passarinho, apanhou
o vestido e levou-o. Ela vestiu novamente seu vestidinho velho e sujo, correu
para casa e se deitou nas cinzas da cozinha. No dia seguinte, o segundo dia
da festa, quando os pais e as irmãs partiram para o castelo, Cinderela foi
até a aveleira e disse: — Balance e se agite, árvore adorada, cubra-me toda
de ouro e prata! E o pássaro atirou para ela um vestido ainda mais bonito que
o da véspera. Quando ela entrou no salão assim vestida, todos ficaram
pasmados com sua beleza. O príncipe, que a esperava, tomou-lhe a mão e só
dançou com ela. Quando alguém convidava a jovem para dançar, ele dizia: — Ela
é minha dama. Já era noite avançada quando Cinderela quis ir embora. O
príncipe seguiu-a, para ver em que casa entraria. A jovem seguiu seu caminho
e, inesperadamente, entrou no quintal atrás da casa. Ágil como um esquilo,
subiu pela galharia de uma frondosa pereira carregada de frutos que havia
ali. O príncipe não conseguiu descobri-la e, quando viu o pai dela chegar,
disse: — A moça desconhecida escondeu-se nessa pereira. “Deve ser Cinderela”,
pensou o pai. Mandou buscar um machado e derrubou a pereira. Mas não
encontraram ninguém na galharia. Como na véspera, Cinderela já estava na
cozinha dormindo nas cinzas, pois havia escorregado pelo outro lado da
pereira, correra para a aveleira e devolvera o lindo vestido ao pássaro.
Depois, vestiu o feio vestidinho de sempre e correu para casa. No terceiro
dia, assim que os pais e as irmãs saíram para a festa, Cinderela foi até o
túmulo da mãe e pediu à aveleira: — Balance e se agite, Língua
portuguesa-Seqüência Didática Explorando
o Dicionário Etapa 01 Atividade 1A Emai-
Seqüência 17 atividades 17.1, 17.2,
17.3 |
Pág
81 e 82 Pág
146 Págs
9,10 e 11 74 |
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Data 16/09 |
Centro de Mídias: Português, E. Física e
Matemática. Leitura da professora Fábula
Estrelas-do-mar Havia um homem
que morava numa bela praia, junto a uma colônia de pescadores. Num dos seus
passeios matinais, ele viu um jovem jogando de volta ao oceano as
estrelas-do-mar que estavam na areia. -Por que você faz isso? Perguntou o
homem. Porque a maré está baixa, e elas vão morrer. -Meu jovem, existe
milhares de quilômetros de praia por este mundo e centenas de milhares de
estrelas-do-mar espalhadas pela areia. Que diferença você pode fazer? O jovem
pegou mais uma estrela e atirou-a no oceano. Depois se virou para o homem
respondendo: - Para esta, eu fiz uma grande diferença. Emai-seqüência –17- atividades 17.4, 17.5, L.Portuguesa-Projeto Didático Incríveis animais pequenos – atividade |
Página12 e13 página 131 |
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01 01 01 01 |
17/09 |
Centro de Mídias: L.Portuguêsa
,Geografia e Matemática Leitura da Professora
Científico – Livro de textos doaluno- O Pantanal Costumes pantaneiros
Alimentação O pantaneiro
tem o hábito de acordar muito cedo, para as lidas dos seus afazeres. No seu
alimento matutino, logo na manhã antes de ir à lida, tem o hábito de se
alimentar muito bem. Esse hábito tem o nome de quebra - torto, um café
reforçado, com pão, arroz com carne seca, café e outras delícias proporcionadas
pela vasta planície. Emai
– atividade -Sequência 18-atividades
-18.1,18.2 L.Portuguesa
– Seqüência Didática Explorando
Dicionário Atividade 1B. História
– Capitulo 5 livro Ápis Conservar
a Memória Cultural |
Pág 162 Págs 14 e 15 Pag 147 Pág 78 |
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01 02 02 |
18/09 |
Centro de Mídias:Língua Portuguesa, Ciências ,
Matemática. Leitura da Professora-Livro de textos
do aluno Adivinhas O que é, o que é… 1. Por que é que o boi sobe o morro?
2. Tem casa, mas mora em cima? 3. Tem cabeça, tem dente, tem barba, não é
bicho e não é gente? 4. Tem boca, tem língua, mas não fala? 5. Cai em pé e
corre deitado? 6. Tem chapéu, mas não tem cabeça, Tem boca, mas não fala, Tem
asa, mas não voa, Tem bico, mas não belisca? 7. Está no meio do ovo? 8. Falta
numa casa para formar um casal? 9. Quem é que nasce no rio, vive no rio e
morre no rio, mas não está sempre molhado? 10. O que é que corre em volta do
pasto inteiro sem se mexer? L.Portuguesa
– livro Ler e Escrever –volume 1
Leitura e interpretação texto Tuta e
Uma Joaninha Geniosa Emai –atividade
13.6
Livro antigo -volume 1 - |
Pág 17 Pág-171 Pág 80 e 81 |

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